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Luiz Carlos Gonçalves - CEFET-MG - UOL Blog
Luiz Carlos Gonçalves - CEFET-MG


Divinópolis tem o 12º maior PIB de Minas

O IBGE divulgou hoje os números do produto interno bruto (PIB) dos municípios brasileiros. Os dados são de 2005, e colocam Divinópolis em 12º lugar no estado de Minas Gerais, com um PIB de cerca de 2,1 bilhões. A cidade já chegou a ser a 5ª colocada, na década de 1990. O PIB é a soma de toda a riqueza produzida em uma determinada região e é medido em números absolutos e per capita, ou seja, sua divisão pelo número de habitantes da região.

Minas tinha em 2005 um PIB de 192,6 bilhões de reais. Quanto aos municípios, Belo Horizonte aparece em primeiro lugar (28 bilhões), seguida de Betim (14 bilhões), Contagem (9,5 bilhões), Uberlândia (9,1 bilhões) e Juiz de Fora (5 bilhões), em quinto. Mas quando o que se analisa é a renda per capita, Minas tem o primeiro e o segundo lugares do Brasil. Cascalho Rico (MG) tem o maior PIB por habitante do pais: 289.838 reais. Araporã (MG) vem em segundo: se a riqueza da cidade fosse dividida pelos habitantes, cada um teria 223.023 reais. Para se ter uma idéia do que isso representa, o PIB per capita de Minas é de 10.012 reais; o de Belo Horizonte, 11.951 e o de Divinópolis, 10.324 reais.



Escrito por Luiz Carlos Gonçalves às 12h21
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Cefet-MG divulga aprovados no vestibular

Está disponível a lista dos aprovados no vestibular para o ensino superior do Cefet-MG. Para ver a relação apenas dos aprovados, clique AQUI. O site do Cefet também traz uma LISTA detalhada com notas. O campus de Divinópolis oferece três cursos técnicos e o novo superior de Engenharia Mecatrônica. A lista dos aprovados nos cursos técnicos também pode ser conferida em www.copeve.cefetmg.br/. As aulas começam em fevereiro, na sede provisória, no bairro Santo Antônio, mas ainda em 2008, a escola deve se mudar para o novo campus, no Belvedere. As obras já recomeçaram e a expectativa é que fiquem prontas por volta de julho.



Escrito por Luiz Carlos Gonçalves às 10h51
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NOTAS DO 4º BIMESTRE, CLIQUE AQUI



Escrito por Luiz Carlos Gonçalves às 21h49
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Davi, na Venezuela e aqui

Ontem foi um domingo histórico. Esse 2 de dezembro ficará conhecido como o dia em que Davi, aquele que vence o gigante Golias com algumas pedrinhas, deu mostras de sua força no Brasil e na Venezuela.

No país vizinho, o Golias se chama Hugo Chávez e defende um tal de Socialismo do Século XXI, uma esquisitice que na prática é apenas um jogo de palavras. Ontem, os eleitores foram às urnas. Tinham apenas de dizer  Sim ou Não a emendas constitucionais que, entre outras coisas, previam a reeleição indefinida, o fim da propriedade privada e a importante mudança de nome da capital Caracas para “Berço de Bolívar, o Libertador, e Rainha de Warairarepano”. Chávez tinha tanta certeza da vitória, que chegou a dizer que se perdesse, renunciaria. Mas não contava com a astúcia do Davi Venezuelano. Perdeu.

No Brasil, a batalha se deu nos gramados. Davi entrou em campo para derrotar o poderoso Corinthians. O time do presidente da República, da Globo, da maior torcida do país e até de Deus, que também é Fiel. A vitória do Corinthians representaria a anistia para uma organização criminosa, que além de roubar tempo na TV dos times não paulistas, promovia lavagem de dinheiro, suborno e gritos de guerra insuportáveis como “É nóis na fita”. Os mano também perderam.

Dia 2 de dezembro é uma data para ser festejada por muitos anos na América do Sul. É um daqueles momentos únicos que jamais se repetirão. O dia do Não. O dia em que, em uma exceção raríssima por estas bandas, a maioria venceu a minoria. É nóis na fita. É o socialismo do século XXI.



Escrito por Luiz Carlos Gonçalves às 08h13
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A qualidade de ensino melhorou?

No ano passado, quando os alunos obtiveram uma das piores médias de todos os tempos – 36,90 –  no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a imprensa alardeou que a qualidade de ensino no país havia piorado. Pois bem, este ano, o Enem teve uma das melhores médias da história: 51,52. Milagre, a qualidade de ensino melhorou em apenas uma ano. Que nada. Na verdade, os resultados são manipulados com mudanças de estilo nas questões propostas. No exame de 2006, o tipo de prova foi totalmente desvirtuado. As questões cobraram muito mais memória do que raciocínio, do que inter-relações entre áreas de conhecimento.

Já a prova deste ano foi a mais facilitada desde a criação do exame. Embora mais bem elaborada do que a do ano passado, a avaliação se prendeu a temas mais objetivos. Outra vantagem da prova deste ano foi o tema de redação, em que se pediu para discutir o problema da tolerância com as diferenças em sociedade, um tema bastante difundido. O Enem é uma boa iniciativa. Mas deveria servir para o governo discutir o currículo das escolas e as metodologias de ensino. As disparidades de resultados entre regiões do país, entre redes de ensino, revelam que há desentendimento entre o que as escolas entendem que deva ser ensinado e como. É preciso que o MEC use o Enem para discutir currículo, métodos de ensino e preparação de professores.



Escrito por Luiz Carlos Gonçalves às 11h48
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Seleção para o PGTI terá

10,75 candidatos por vaga

O vestibular para os três cursos técnicos diurnos do Cefet de Divinópolis apresenta o maior número de candidatos por vaga entre os campi do interior de Minas. O curso de Planejamento e Gestão em Técnicas da Informática (PGTI) será o mais concorrido no processo seletivo para 2008. São 10,75 candidatos para cada vaga. Eletromecânica vem em segundo: 8,78. Em seguida aparece o curso de Vestuário, que terá 7,58 candidatos/vaga. Todos esses cursos são na modalidade integrada, em que o aluno também faz o ensino médio junto ao técnico.

A maior disputa nas outras unidades do Cefet no interior de Minas é verificada no curso de Informática Industrial, de Timóteo (7,8). Mas Divinópolis também tem o segundo curso menos procurado de todo o Cefet-MG, incluindo o da capital. É o PGTI noturno, que terá apenas 0,5 candidato disputando cada um das vagas. Performance pior é apresentada apenas pelo curso de Informática industrial noturno, de Leopoldina: 0,4.



Escrito por Luiz Carlos Gonçalves às 16h35
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Mecatrônica terá 8 candidatos por vaga

O primeiro curso superior do Cefet de Divinópolis ficou entre os três menos procurados do estado. Foram 8 inscritos para concorrer a cada vaga. Apenas Engenharia de Materiais (6,88) e Controle e Automação (4,97) tiveram menos procura. O curso com mais demanda foi Engenharia de Produção Civil, do campus de Belo Horizonte, que terá 20 candidatos disputando cada vaga.

Mecatrônica será o primeiro curso superior do Cefet-MG em Divinópolis e praticamente não teve divulgação. O vestibular para preenchimento das 36 vagas do curso acontece dias 24 e 25 de novembro. As aulas começam em fevereiro, na sede provisória da escola, no bairro Santo Antônio, em Divinópolis.



Escrito por Luiz Carlos Gonçalves às 14h56
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Apenas 5% acreditam em sede própria

 

Vista parcial das obras do novo campus do Cefet-MG de Divinópolis

 

Consulta feita com alunos do Cefet de Divinópolis mostra que 86% deles não acreditam que a sede própria da escola fique pronta no primeiro semestre de 2008. A direção do Cefet, que no início deste ano garantia que a obra ficaria pronta até dezembro de 2007, agora promete o novo campus até julho de 2008.

A obra está paralisada desde junho, segundo a direção, por problemas na escolha da construtora. A pesquisa estimulada fez a seguinte pergunta, através de formulário individual: “Você acredita que, como prometeu a direção da escola, a sede própria do Cefet-MG fique pronta no 1º semestre de 2008?”. Foram ouvidos 228 alunos, nos dias 7 e 8 de novembro; 5% responderam sim e 9% não souberam ou não quiseram responder. A escola tem cerca de 450 alunos.



Escrito por Luiz Carlos Gonçalves às 10h50
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PRIMAVERA – Vista da Avenida Primeiro de Junho, na tarde de hoje. As novas árvores, plantadas na década de 90, estão floridas como nunca. A idéia da Prefeitura de Divinópolis à época era trocar as insossas árvores do centro por espécies floridas. O projeto foi abandonado. Mas uma caminhada pela avenida mais importante da cidade dá uma mostra de como seria o centro se todas as árvores feiosas que ainda persistem tivessem sido trocadas.



Escrito por Luiz Carlos Gonçalves às 18h45
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Sede do Cefet fica pronta em 2008

O de Governador Valadares. O Ministério da Educação (MEC) informou na semana passada que vai implantar em Minas, em 2008, 12 novos Cefets. Em todo o país serão 159 campi da escola que, segundo o governo, vão ser implantados no ano que vem. Entre as unidades, está a de Governador Valadares, no leste do estado.  A licitação da obra será em março. O MEC garante que tanto a construção da sede da escola de Valadares quanto a contratação de professores levarão apenas oito meses e a escola poderá funcionar a partir de 2009. Ao todo, o governo pretende gastar 700 milhões de reais na implantação dos novos Cefets.

A deputada Elisa Costa (PT), que tem base eleitoral na região de Governador Valadares, diz que a cidade conseguiu a obra porque “sensibilizou o presidente Lula”. “O governo Lula foi sensibilizado pela campanha pró-Cefet que temos realizado. A implantação do Cefet em Valadares é uma luta que envolve diversos setores como a Associação Comercial, Fiemg, Lojas Maçônicas, Prefeitura, OAB, CDL, Sindicato Rural, movimentos sociais, deputado Leonardo Monteiro e partidos políticos, desde 2005 e agora vamos começar a colher os frutos dessa luta para que nossa juventude tenha acesso à educação profissional e superior a partir de 2009”, comemora a deputada em entrevista a jornais.

O Cefet de Divinópolis funciona em prédio alugado desde 1996. As obras da sede própria, que começaram depois de onze anos de reivindicação, estão paradas desde junho. Na licitação realizada no início de outubro, não apareceram construtoras interessadas. Talvez fosse o caso de contratar a assessoria da deputada Elisa Costa, com seu poder de sensibilização.



Escrito por Luiz Carlos Gonçalves às 19h49
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Fábricas de marginais

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), tem muitas virtudes. Entre elas, a melhor talvez seja a coragem de defender posições polêmicas com a firmeza de quem não pensa na próxima eleição. Cabral é a favor da retomada dos morros do Rio das mãos dos criminosos, apóia o aborto e a legalização das drogas. Mas sofre de um problema grave: acredita em dados de almanaque e fala demais.

A última do governador: é impossível lutar contra a criminalidade enquanto as mulheres das favelas continuarem tendo taxas de fecundidade africanas. Segundo ele, essas mulheres seriam “fábricas de marginais”. O governador acredita piamente em dados que relacionam a aprovação do aborto nos Estados Unidos à queda da criminalidade. Na verdade, não há como provar se a diminuição da violência naquele país desde 1973 de fato tem ligação com o aborto. Pode ser mera coincidência.

Além disso, como destaca a Folha de S. Paulo de hoje, a média de filhos das mães das favelas cariocas é de 2,6. Já na África, o número gira em torno de 6. Ainda: a taxa de natalidade do Nordeste do Brasil é também superior àquela verificada nos morros do Rio. Como se não bastasse, o Nordeste é bem mais pobre do que as favelas e nem por isso tem índices de criminalidade altos

O problema da violência no Rio não se resolve apenas com controle de natalidade. Como os jornais alardearam ontem, mais de 60% dos consumidores de drogas no país são ricos. Culpar a ralé é, portanto, uma visão simplista acerca de uma questão complexa. É claro que a solução passa por um cuidado maior com as crianças das regiões violentas. Mas a melhor maneira de o governo abortar o nascimento de um marginal é conseguindo cooptar a criança para a escola e para projetos sociais que trabalhem melhor seus valores.



Escrito por Luiz Carlos Gonçalves às 20h47
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Mais uma sentença-piada

Lembram-se da decisão do juiz do caso do jogador Richarlyson? Aquela em que o juiz disse que se os gays quisessem jogar futebol que deveriam criar sua própria liga? Acaba de ser superada. E por uma sentença de um juiz de Minas Gerais. Trata-se do juiz Edílson Rodrigues, de Sete Lagoas.  Em um caso sobre agressão a mulher, o meritíssimo decidiu contra a Lei Maria da Penha, que aumenta as penas dos agressores ao sexo frágil. Até aí, nada de novo, já que um juiz do Mato Grosso também interpretou recentemente que a tal lei fere a constituição por tratar de forma diferente homens e mulheres.

O curioso mesmo é o argumento usado pelo juiz setelagoano. Em tom que lembra mais uma sessão de descarrego do que uma sentença, Rodrigues foi buscar jurisprudência no jardim do éden e escreveu: “a Lei Maria da Penha é um conjunto de regras diabólicas” e mais: “a desgraça humana começou por causa da mulher”, provavelmente numa referência à tal maçã da Eva. Isso é que é rancor!



Escrito por Luiz Carlos Gonçalves às 13h16
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Cefet-MG de Divinópolis ganha boletim

 

Matheus e Bárbara, com o "Nós": fruto de projeto Bic-Jr

 

O campus de Divinópolis do Cefet-MG lança hoje o primeiro número de seu boletim informativo. O “Nós” é fruto de um projeto de Iniciação Científica Bic-Jr e conta com a colaboração dos bolsistas Matheus Lopes Andrade, do 2º PGTI e Bárbara Regina Altivo, do 2º Vestuário diurno. Impresso na própria gráfica do Cefet, o jornal de quatro páginas traz notícias sobre os cursos da escola, informações sobre novos investimentos em estrutura e espaço dedicado a projetos desenvolvidos pelos alunos.

O lançamento do boletim foi precedido de uma pesquisa que ouviu cerca de 300 alunos e a maioria dos professores a fim de se apurar o conteúdo ideal para o informativo.  Notícias sobre cursos, charges e cultura foram os tópicos mais votados pelos entrevistados. O “Nós” deve ser mensal e recebe sugestões e críticas pelo email nosleitores@gmail.com.



Escrito por Luiz Carlos Gonçalves às 23h25
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Erramos

O levantamento feito pela Folha de S. Paulo e reproduzido neste blog (15/10/07), que mostra que os professores da rede estadual do Acre ganham duas vezes mais que seus colegas de Minas Gerais estava errado. Na edição de sexta-feira, o jornal corrigiu os dados. Mas, refeitas as contas, a coisa fica ainda mais feia para o Governador Aécio Neves, o senhor Choque de Gestão. Na verdade, o salário dos professores do Acre é duas vezes e meia maior que o dos mestres mineiros.

É que a Folha havia comparado o salário sem gratificações do Acre (R$ 13,16 a hora) com os vencimentos com gratificação de Minas (R$ 6,25). Sem os penduricalhos, o ordenado dos professores da rede estadual das Alterosas é de R$ 5,21, a hora. Já no Acre, a hora trabalhada dos professores, com as gratificações, é de 16,72 reais. Nesse quesito, a comparação com Minas é ainda mais humilhante: o estado do Norte paga 168% a mais.

Mesmo com as gratificações, o salário de Minas Gerais – o segundo estado mais rico de país – é o terceiro menor do Brasil. Perde apenas para o de Sergipe (R$ 5,30) e o de Pernambuco (R$ 4,85). O governador de São Paulo, José Serra, defende que salários bons não melhoram a qualidade de ensino. Ele usa como argumento o fato de Acre e Roraima, que pagam os maiores salários, terem, segundo ele, má qualidade de ensino. Lógica tucana.



Escrito por Luiz Carlos Gonçalves às 23h03
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Senado prepara armadilha para as mulheres

A ampliação da licença-maternidade de quatro para seis meses pode ser uma fria para as mulheres. A comissão de Direitos Humanos do senado já aprovou o texto da lei. Se não houver nenhum recurso de senadores, basta o aval do presidente Lula para que as novas regras passem a valer. Pela nova redação, a ampliação da licença é opcional e a empresa que o fizer ganha benefícios fiscais, ou seja, todos os contribuintes vão ajudar a bancar essas férias de seis meses.

Acontece  que na prática, dificilmente uma empresa terá coragem de se recusar a conceder a  licença, para não parecer politicamente incorreta. Só que para se livrar do constrangimento, a saída é contratar apenas homens. A ampliação do tempo para cuidar dos bebês, portanto, pode ser uma armadilha. Além do risco até para as mulheres que nem pensam em ter filho, que podem ser preteridas na contratação, há ainda o fato de que em um mercado competitivo, seis meses são suficientes para que a profissional seja considerada obsoleta. Resumindo, se alguém não faz falta a uma empresa por seis meses, não faz falta nunca.

O Brasil ainda não precisa de leis de incentivo à procriação. E mesmo os países que precisam disso sabem que esse tipo de lei não funciona. Portugal., Espanha, Alemanha, por exemplo, que têm crescimento populacional negativo, concedem vultuosos benefícios a mulheres que queiram engravidar. Mas muitas ignoram, pois lucram mais no mercado de trabalho. Pode ser cruel, mas é a realidade. A mulher tem o direito de optar por trabalhar e não ter filhos. E nós todos, o direito de não querer custear os filhos alheios.



Escrito por Luiz Carlos Gonçalves às 12h42
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